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ano novo chines 2020 01 14 capa

 

A China é o país mais populoso do mundo. Com um número estimado de 1,4 bilhão de habitantes, a nação asiática representa cerca de 15% da economia global e é a maior parceira comercial do Brasil, ultrapassando os Estados Unidos. Todos os anos, milhares de brasileiros vão até o país em busca de parcerias comerciais e também para conhecer suas peculiaridades culturais. O Ano-Novo Chinês é uma das festas mais atrativas do país e reúne pessoas do mundo todo. No ano passado, o evento movimentou cerca de 140 bilhões de dólares. Por aqui, também há aumento de demanda pela moeda local, o Yuan, por quem vai participar da festa.

 

Você pode aproveitar essa época para impulsionar seus negócios com a China. Os clientes do Banco Ourinvest contam com a disponibilidade da moeda com a melhor taxa do mercado, neste e em outros meses do ano. “Em abril e outubro, quando há feiras relevantes na China, a demanda por Yuan costuma subir. Muitos empresários transferiram a produção para o país asiático e visitam regularmente os eventos para compreender as tendências de manufatura”, explica Fabiano Branco da Silva, gerente de negócios internacionais do Banco Ourinvest.

 

Além disso, o Ano-Novo Chinês também pode ser um gancho para novos negócios. Quase 30% do que é produzido e exportado pelo Brasil vai para a China, de acordo com dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Os números de importação também são relevantes e a nação asiática é responsável por 14% dos envios totais do nosso país. Esses índices podem ser ainda mais expressivos, caso o acordo comercial entre os dois países, proposto pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, saia do papel.

 

“Nós temos subsídios para apoiar os importadores e exportadores brasileiros que fazem negócio com a China.”, diz Fabiano. Por meio de mecanismos como hedge cambial, há como travar a taxa de câmbio e evitar variações da moeda. Além disso, o ACE (Adiantamento sobre Cambiais Entregues) é uma modalidade em que há antecipação de recebimentos de uma exportação após o embarque. “Os exportadores que querem receber os pagamentos de forma imediata e garantir um câmbio fixo podem usar o ACE”, explica.

 

Por isso, que tal aproveitar essa data comemorativa para expandir os negócios do outro lado do mundo? A seguir, você confere algumas curiosidades sobre o Ano-Novo Chinês:

 

1- Os chineses acompanham o calendário lunar, por isso comemoram o Ano-Novo em datas diferentes da maioria dos países do mundo. Em 2020, o Ano-Novo Chinês será celebrado no dia 25 de janeiro;

 

2- O rito de passagem dura 15 dias e inclui rituais de limpeza nas casas para afastar maus espíritos;

 

 

3- Os chineses costumam colar papéis vermelhos com dizeres em dourado, os Tao Fu, nas portas e janelas das casas. A ideia é atrair bons fluídos e proteger os moradores;

 

4- Enquanto por aqui o branco é a cor oficial do Ano-Novo, por lá o vermelho e o dourado são as cores mais usadas nessa data. A explicação é que essas cores trazem boa sorte;

 

5- Enquanto por aqui comemos uvas e lentilhas, na China o alimento considerado ‘da sorte’ é o bolinho chinês cozido, conhecido pelos ocidentais como guioza;

 

6- A comemoração do Ano-Novo Chinês só termina no 15º dia do mês, quando acontece a famosa festa das lanternas;

 

7- Os chineses dedicam cada Ano-Novo a um animal do signo chinês. Em 2020, é a vez do rato de metal. A astrologia afirma que ele trará boas oportunidades e inspiração para novos projetos;

 

8- O Ano-Novo Chinês também é celebrado em países como Singapura, Coreia do Sul, Malásia e Vietnã;

 

9- Durante os dias de celebração, os chineses costumam fazer a Dança do Dragão e a Dança do Leão. Eles acreditam que as coreografias trazem prosperidade, sorte e renovação.

 

 

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Dolar comercial ou turismo entenda os tipos da moeda Capa

 

 

Operações de remessa de valores, exportações e importações movimentam bilhões de dólares no Brasil todos os anos. Essas transações, que impactam diretamente na nossa balança comercial, têm em comum a dependência da taxa de câmbio e são fixadas com base no preço do dólar. Como lidamos com um mercado extremamente volátil, é fundamental buscar parceiros confiáveis para fazer transferências internacionais, ferramentas que garantam a proteção de câmbio, como o hedge, além de ferramentas como ACC e ACE, que ajudam os empresários nas operações de importação ou exportação.

 

Antes de mais nada, é importante entender que todos os dias as taxas de câmbio são livremente acertadas entre as partes contratantes, ou seja, entre os compradores e vendedores da moeda estrangeira e o agente autorizado pelo Banco Central a operar no mercado de câmbio. Ou seja, com base nos acontecimentos do dia -- como publicação de indicadores econômicos, inflação, leis, acontecimentos políticos e cenários externos, por exemplo -- há uma percepção do mercado e a taxa oscila para cima ou para baixo.

 

Além de compreender de forma básica como se forma a cotação da moeda americana, a mais negociada no Brasil, é importante saber que o dólar é comercializado no Brasil de diferentes formas. O que define sua cotação é o destino final da moeda, ou seja, a natureza da operação. Por isso, preparamos  um guia básico para você entender os conceitos do papel mais influente do mundo. Confira a seguir:

 

Dólar comercial - Essa formatação da moeda é usada para mensurar as transações de importações, exportações e transferências internacionais. Nessa modalidade do dólar, os agentes de mercado balizam grandes movimentações, de quantias altas entre empresas. Além disso, o dólar comercial também é usado para medir as ações do Governo Federal registradas no Banco Central. Empréstimos de brasileiros residentes no exterior, por exemplo, são contabilizados nessa moeda.

Segundo Cristiane Quartaroli, economista e estrategista de câmbio do Banco Ourinvest, apesar de a taxa de câmbio ser formada pelos agentes de mercado, o Banco Central pode realizar intervenções para controlar a cotação da moeda. São medidas usuais para tentar ordenar as entradas e saída de moeda do país e proteger a balança comercial e apetite por investimento, por exemplo.

 

Dólar Turismo - É comum verificar que essa taxa é mais alta do que o dólar comercial. Isso porque o dólar turismo é destinado para pessoas que querem comprar a moeda para viajar, ou fazer turismo, como o próprio nome já diz. Trata-se da moeda física (ou em cartões) negociada nas casas de câmbio e com correspondentes cambiais. 

O valor do dólar turismo é mais alto porque nele está embutido o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e os custos da moeda física. “Cada agente pode definir seu preço com base em custos como logística, segurança e manutenção de cofres, por exemplo”, explica a economista.

 

Dólar ptax - é um índice calculado diariamente pelo Banco Central com base na média das taxas de compra e venda praticadas pelos bancos brasileiros. Ou seja, existem várias pessoas e empresas comprando e vendendo dólar ao longo do dia no Brasil. A Ptax é uma média dessas operações. Costuma ser uma taxa de referência. 

Ficou interessado em saber mais ou com dúvidas de como o dólar pode impactar o seu negócio, fale com a gente!

 

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20191219 TradeFinance Capa

 

5 coisas que você precisa saber sobre Trade Finance

 

Os exportadores e importadores brasileiros lidam com inúmeras dificuldades no dia a dia. Apesar do cenário promissor de recuperação econômica, a obtenção de crédito para as operações internacionais ainda é um desafio para os empresários nacionais. Por outro lado, enfrentar mercados internacionais implica entender riscos de crédito e políticos, legislações internacionais e diferentes práticas comerciais.

 

Quando o câmbio entram na jogada, o cenário fica ainda mais desafiador. Por isso, é importante conhecer instrumentos que auxiliem na obtenção de financiamento, mas fornecendo também ferramentas que permitam superar riscos e colaborar para o desenvolvimento dos negócios de forma segura. A seguir, você conhecerá um pouco mais sobre as ferramentas de trade finance e como pode ajudar os empresários brasileiros que fazem transações internacionais.

 

 

O que é trade finance?

 

A tradução literal do termo em inglês é "financiamento de comércio". Na prática, as operações de trade finance são aquelas que financiam o comércio internacional entre exportadores e importadores. “Em resumo, são operações de financiamento que, tendo por base uma operação mercantil internacional, envolvem, por isso, vários países e diferentes moedas”, explica João Costa Pereira, Head of Trade Finance do Banco Ourinvest.

 

Quem pode usar trade finance?

 

Importadores e exportadores podem e devem usar soluções de trade finance nos seus negócios.

 

Por exemplo, um exportador nacional que envia frutas tropicais para a Europa precisa saber quanto vai receber hoje em reais e, simultaneamente, conceder prazo de pagamento aos seus clientes para viabilizar a venda — normalmente entre 60 e 120 dias. Contratando a solução de exportação do Ourinvest o cliente assegura e recebe hoje o valor da exportação em reais, sem mais preocupações. Dessa forma, estará resolvendo simultaneamente o seu problema de caixa, o risco cambial, mas também o risco de crédito porque o banco assumiu a responsabilidade pela cobrança junto ao importador europeu. O exportador  contrata uma solução financeira completa, podendo concentrar-se exclusivamente no aumento das suas vendas, deixando o problema financeiro com o banco.

 

A mesma lógica vale para o caso de importações. Quando um empresário brasileiro compra mercadorias da China e precisa pagar ao fornecedor antes de receber os produtos, pode lançar mão da ferramenta de antecipação. “Usando trade finance, esses empresários podem pagar a mercadoria e se beneficiar de um prazo maior de pagamento, de acordo com a sua necessidade de caixa. Por outro lado, podem combinar uma trava de câmbio e não precisam se preocupar com as oscilações cambiais”, diz João. Uma vez mais, obtêm financiamento e eliminam riscos do negócio.

 

Quais são as operações de trade finance?

 

Há três modalidades comuns de contratação: ACC (Adiantamento sobre Contrato de Câmbio) e ACE (Adiantamento sobre Cambiais Entregues), que são operações de exportação, e FINIMP (Financiamento à Importação).

 

No caso do ACC, o empresário nacional procura um banco autorizado a operar em câmbio e pede um financiamento para a fase de produção ou pré-embarque de mercadorias. O ACE também concede uma antecipação de recebimentos de uma exportação, mas esse valor só é concedido após o embarque das mercadorias. O Banco Ourinvest completa esses produtos com serviços adicionais de cobertura de riscos cambiais, riscos de crédito e cobrança internacional em mais de 90 países.

 

Já o FINIMP é destinado apenas para o caso das importações, e o empresário nacional que compra produtos fora do Brasil consegue pagar ao vendedor internacional antes mesmo de receber as mercadorias. “O Banco Ourinvest substitui o cliente brasileiro no pagamento ao fornecedor estrangeiro e dá prazo para o importador vender os produtos aqui no Brasil, com a opção de travar o câmbio, de forma ao cliente não incorrer em riscos cambiais”, diz o executivo.

 

Quais são as garantias necessárias para conseguir os financiamentos de exportação e importação?

 

Tradicionalmente, os bancos exigem garantias como imóveis ou duplicatas para liberar operações de financiamento. No caso das operações de trade finance, o Banco Ourinvest não exige garantias, dando prioridade à qualidade da operação mercantil em análise.

 

João explica que um dos diferenciais do banco é realizar as operações de trade finance com base na qualidade de crédito dos importadores internacionais, minimizando assim problemas de inadimplência. “Temos parceiros em mais de 90 países, em todos os continentes, que nos ajudam a identificar e partilhar possíveis riscos. Dessa forma, para além de financiarmos, cobrimos riscos internacionais, viabilizando assim o crescimento das vendas de uma forma segura para os nossos clientes. O exportador preocupa-se em entregar o produto, e o banco preocupa-se com a cobrança”, diz. 

 

Quais as vantagens de usar trade finance?

 

A antecipação do dinheiro é normalmente considerada a principal vantagem. Mas tendo acesso aos serviços adicionais fornecidos pelo Banco Ourinvest, o empresário passa a contar com uma ferramenta para enfrentar os mercados internacionais com segurança, focando-se na busca de novas oportunidades de negócio e expansão em novos mercados.

 

Assim, o banco acaba se tornando um parceiro comercial do cliente. Afinal, a instituição financia e toma para si os riscos cambiais e de cobrança da operação, depois de realizar as análises internacionais. “Fazemos um serviço diferenciado do mercado e realizamos o mapeamento de risco de crédito e de cobrança. O cliente brasileiro se preocupa com o negócio em si, e nós cuidamos de toda a parte financeira”, finaliza João. 

 

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20191128 Como morar em Portugal Capa

 

Nos últimos anos, o número de brasileiros morando em Portugal disparou. Apenas em 2018 houve uma alta de 23,4% em relação ao ano anterior. As informações do SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras), órgão responsável pela imigração no país, afirmam que  os brasileiros são a maior comunidade estrangeira em Portugal. Entre os benefícios do país estão o idioma e a cultura semelhantes. No entanto, morar no país europeu requer preparo e investimentos.

 

Segundo Bruna Dayan, Gerente de Negócios Internacionais do Banco Ourinvest, essa busca por Portugal como principal destino de brasileiros para moradia na Europa aumentou nos últimos cinco anos. Fatores conjunturais ajudam a explicar o movimento. Em meados de 2011, Portugal passou por uma grande crise financeira, que chegou até mesmo a ameaçar sua permanência na Zona do Euro. Com ajuda da União Europeia, que injetou recursos no país, Portugal iniciou um programa de contenção de custos e revisão econômica — e vem mostrando um desempenho positivo. No ano passado, o PIB do país cresceu 2,1%, percentual acima da média da União Europeia.

 

Parte desse programa de recuperação econômica passa por atrair investimentos externos. “O país soube aproveitar sua localização estratégica, que fica no meio da Europa, com fácil acesso para a Ásia e para a América Central. Além disso, o clima agradável e a cultura amistosa atraíram novos moradores e investidores”, explica Bruna.

 

Mas ao passo que mais brasileiros estão de olho no destino, mais dúvidas podem aparecer no meio do caminho. Por isso, ao decidir mudar para Portugal, os brasileiros precisam de um apoio estratégico. 

 

 “Criamos dentro da nossa área de pessoa física, no Banco Ourinvest, a Global Desk, onde temos um atendimento dedicado a Portugal. Temos profissionais dedicados para transferir famílias inteiras para o país”, diz a executiva.

 

 Além de realizar as transferências financeiras com agilidade, o banco auxilia em um serviço de concierge 360 graus. A ajuda aos brasileiros vai desde a hora da abertura de conta em bancos portugueses, passando por sugestões de investimentos em diversas áreas, além de apoio em questões jurídicas e ajuda em serviços como busca de escolas e universidades. “Estamos preparados para as mais diversas necessidades dos clientes”, explica Bruna.

 

Segundo a executiva, nos últimos três anos o banco ajudou cerca de 2500 brasileiros a se estabelecerem em Portugal. “Temos parceiros que ajudam desde a compra de passagens aéreas até pessoas especializadas em relocation — o serviço de auxiliar na adaptação em Portugal. São 230 parceiros na nossa rede”, diz Bruna.

 

 Os serviços são os mais variados possíveis, desde uma rede de arquitetos e decoradores para os novos imóveis até a internacionalização de uma empresa, importação, exportações, expansão para a Europa, por exemplo.  “Conseguimos auxiliar em todos esses quesitos, em todas as cidades de Portugal”, afirma a executiva.

 

 A seguir, você confere um passo a passo inicial para quem está interessado em morar em Portugal:

 

1. Saiba mais sobre o destino: pesquise os hábitos culturais de Portugal de forma aprofundada. Converse com a família sobre as mudanças estruturais, afinal, apesar do idioma ser o português, há muitas diferenças entre os dois países.

 

2. Decida sua área de atuação:  é importante estabelecer o motivo da mudança, seja para estudar, trabalhar ou investir. Isso vai ajudar na hora de se estabelecer no país e oficializar a transição.

 

3. Como entrar no país: como fomos colonizados por portugueses, muitos brasileiros conseguem a cidadania e podem viver em Portugal. Porém, com a alta demanda e para evitar problemas sociais, o país passou a pedir comprovação financeira para os estrangeiros. É necessário que haja um depósito de 7 mil euros para a primeira pessoa e de um percentual decrescente do valor para os demais componentes de uma mesma família.

 

4. Outras formas: caso você não tenha direito à cidadania, há outras formas para adentrar no país, como:

 

▪ Visto de Estudo

▪ Visto de Trabalho

▪ Visto de Empreendedor

▪ Visto para Startup

▪ Visto de Rendas Próprias (aposentados, por exemplo)

▪ Golden Visa (compra de imóvel a partir de 500 mil euros)

 

5. Lá dentro: depois da autorização de estadia no país, você vai precisar se estabelecer fisicamente, seja alugando ou comprando um imóvel. Um serviço de concierge e uma rede de parceiros pode ajudar na adaptação.

 

É importante ressaltar que uma consultoria especializada é fundamental para o andamento de todo o processo, especialmente na parte burocrática , como a área contábil. “Atuamos oferecendo a melhor taxa de câmbio para a transferência de ordens para os mais diversos objetivos, desde o câmbio turismo, com papel-moeda ou cartão pré-pago,  ou transferência de valores e até de patrimônio. Fazemos desde as consultorias das  transações financeiras até todo o processo de relocation", afirma a executiva.

 

Para mais informações, você pode entrar em contato com a Global Desk pelo número (11) 4081-4434 ou por e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

       
       

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