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04112019 Como a desaceleracao da economia mundial influencia no cambio Capa

 

Como a desaceleração da economia mundial influencia no câmbio? Todo trimestre o FMI (Fundo Monetário Internacional) divulga previsões sobre a economia mundial. Em outubro, o principal órgão de economia do mundo reduziu a expectativa de crescimento global pela quinta vez consecutiva.

 

Agora, a estimativa é de alta de 3% este ano, ante os 3,2% divulgados anteriormente. Para 2020, a expectativa também foi reduzida e é de 3,4%. Mas afinal, como a desaceleração da economia mundial impacta na taxa de câmbio e na economia brasileira?

 

Segundo Fernanda Consorte, economista-chefe e estrategista de câmbio do Banco Ourinvest, houve uma piora da percepção do crescimento global nos últimos meses, que foi atestada no relatório mais recente do FMI. “Eventos como o Brexit e a disputa entre China e Estados Unidos elevam o grau de incerteza. Como o câmbio é uma variável que mede as relações comerciais é diretamente impactado”, explica.

 

Como vivemos em um mundo globalizado, é preciso conhecer as questões internacionais mais relevantes para compreender quais serão os reflexos da redução de crescimento da economia global por aqui. Fernanda destaca que a taxa de câmbio é uma das formas dos investidores medirem o risco de um país. “Quando há desaceleração da economia a variável do câmbio passa a contar mais na hora das tomadas de decisão”, diz.

 

Para a economista, o maior problema está na falta de definição de cenários ao redor do mundo. O embate do Reino Unido em sair ou não da Zona do Euro é uma novela que ainda não tem data para ser resolvida. Pode ser que o martelo seja batido ainda nesta semana ou ganhe novo prazo, de mais três meses

 

 

“O problema é que ainda não se sabe como isso afetará de fato a relação comercial entre os países envolvidos, nem como a economia mundial será impactada com essa nova configuração”, explica Fernanda.

 

No caso da disputa comercial entre Estados Unidos e China, apesar de os ânimos terem se acalmado nas últimas semanas, ainda não há definições claras sobre o que mudará. “Além disso, estamos falando de dois líderes instáveis que podem trocar de opinião a qualquer momento. Isso deixa o mercado em alerta”, afirma Fernanda.

 

Nessa toada, questões de balança comercial também devem ser impactadas. Afinal, com desaceleração global da economia, a China -- que em 2020 deve ter crescimento inferior a 6% pela primeira vez depois de 30 anos -- passa a demandar menos produtos, inclusive do Brasil.

 

Enquanto isso, cabe ao Brasil tentar se proteger internamente do cenário externo conturbado -- tudo isso enquanto lida com questões políticas por aqui. A previsão do FMI foi revisada para um crescimento de 2% em 2020, levando em consideração o cenário mundial e as incertezas da economia local. Enquanto isso, o câmbio oscila em um patamar alto, na casa dos R$ 4.

 

A Reforma da Previdência foi aprovada e a expectativa é que um pacote de medidas de estímulo à economia passe a vigorar, como prometido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. “Esta é uma forma de mitigar os riscos e controlar parcialmente a taxa de câmbio, mas é inevitável que a desaceleração da economia global não influencie o Brasil”, finaliza Fernanda.

Tudo o que você precisa saber para começar a investir no exterior
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17102019 Tudo o que voce precisa saber para comecar a investir no exterior capa

 

No Brasil, pouco mais de 1 milhão de pessoas físicas investem na Bolsa de Valores. Apesar de o número ter avançado nos últimos anos, ainda representa menos de 0,5% da população do país. Para se ter uma ideia, pouco mais da metade dos norte-americanos investe em renda variável; e na Europa e Ásia, a proporção gira entre 20% e 30%, dependendo do país. Enquanto a fatia de brasileiros dispostos a investir localmente cresce a passos lentos, a parcela de interessados em investir no exterior avança rapidamente.

 

Segundo Roberto Troster, coordenador de curso de tesouraria da Fipe e ex-economista-chefe da Febraban, a federação dos bancos, são investidores que buscam fugir dos riscos da instabilidade financeira no mercado nacional. “Além da segurança, a questão da variação de portfólio também colabora na hora de contabilizar ganhos maiores”, diz.

 

Para se ter uma ideia, a bolsa brasileira negocia ações de cerca de 1% das empresas existentes no mercado global. Ou seja, quem investe apenas localmente tem menos chance de diversificar o portfólio em setores variados.

 

Para os especialistas, há possibilidades muito interessantes fora do Brasil. Mas há cuidados que devem ser tomados. “Um princípio em finanças é nunca investir no que não conhece. Portanto, é importante buscar uma assessoria adequada para fazer essa ponte de investimento. A ajuda de um banco ou gestora é fundamental para reduzir riscos”, afirma Troster.

 

Algumas formas de investir no exterior são tão simples quanto apostar em uma ação ou em um título público brasileiro. Por isso, preparamos um guia rápido para você saber como começar a investir no exterior e ir além do óbvio. Confira a seguir:

 

1 - Primeiros passos
Para começar, você deve avaliar quanto de dinheiro está disposto a investir. É importante lembrar que é preciso se preparar e ler muito sobre as opções de investimentos. Não há montante mínimo, nem máximo, desde que haja comprovação da origem do dinheiro.

 

2 - Muito além dos fundos
É possível ir além das ações em fundos de investimento para aportar fora do país. Segundo Bruna Dayan, Gerente de Negócios Internacionais do Banco Ourinvest, há desde opções mais óbvias, como abrir uma conta no exterior, imóveis, como menos comuns, como investir em obras de artes e cavalos, por exemplo. Veja abaixo:

 

● Conta no exterior
Em um primeiro momento, falar que vai abrir um conta fora do Brasil pode causar estranheza. Mas isso é permitido desde que sejam usados meios legais. “Nos últimos anos falamos tanto de Lava Jato, evasão de divisas e lavagem de dinheiro que acabou ficando essa má impressão. Mas a verdade é que qualquer pessoa pode abrir uma conta no exterior, desde que comprove a origem do dinheiro”, explica Bruna.

Segundo ela, há centenas de instituições que aceitam contas de estrangeiros, mediante documentos e comprovações. O Banco Ourinvest, por exemplo, trabalha com 96 países, e as regiões mais procuradas são Estados Unidos e Portugal, onde atualmente se concentram as maiores colônias de brasileiros. Seja para manutenção de residentes ou até mesmo para fazer investimentos fora, a conta no exterior é um ponto de partida para quem quer apostar além das fronteiras do Brasil.

● Imóveis
A aquisição de imóveis no exterior ganhou mais popularidade entre os investidores durante a crise imobiliária de 2008 nos Estados Unidos, que jogou o valor de milhares de imóveis nos EUA para patamares baixos. Mesmo depois da recuperação americana, destinos como Miami e Orlando ainda são populares entre os investidores. Além disso, imóveis na Europa, em especial em Portugal, também estão em destaque, inclusive pelas possibilidades de financiamento para estrangeiros com taxas de juros muito atrativas. Os produtos de proteção cambial, como hedge cambial, oferecido pelo Banco Ourinvest, ajudam a garantir que não haja surpresas na hora dos pagamentos por conta da variação do câmbio.

● Investimentos variados
Frentes menos populares como investimentos em obras de arte e criação de cavalos, por exemplo, também estão na lista de quem aporta dinheiro fora do país. E, ao contrário do que parece, isso não está restrito para quem tem grandes fortunas. “Em resumo, é possível investir qualquer quantia, em qualquer coisa fora do país. Desde obras de um artista de rua, até na raça mais premiada de cavalos. Quem decide o montante é o cliente, e estamos prontos para fazer qualquer transação”, afirma Bruna.

3 - Na prática
Todo brasileiro que tiver mais de US$ 100 mil fora do Brasil no dia 31 de dezembro de cada ano deve, além do seu Imposto de Renda, realizar a Declaração de Bens no Exterior (DCBE). “Esse processo é simples quando se tem uma assessoria”, diz Bruna.

 

Como você viu, há diversas formas de investir no exterior e ampliar seu portfólio — e ganhos. Para todas as opções de aportes no exterior, o Banco Ourinvest tem serviços disponíveis desde a consultoria de investimentos, como a abertura de contas no exterior, opções de trava de câmbio, remessas de valores, papel moeda, entre outros. Acompanhe sempre as opções por aqui!

 

 

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24102019 COMO FAZER UMA TRANSFERENCIA INTERNACIONAL capa

 

 

Muitas pessoas ainda acham que é difícil fazer uma transferência internacional, mas a verdade é que enviar dinheiro para fora do país é um processo tranquilo quando realizado por especialistas no assunto.

 

Os brasileiros com comprovação de origem de patrimônio podem mandar dinheiro para o exterior por diferentes motivos, seja para manter um filho no exterior, para investir ou até para a importação ou exportação de produtos.

 

Quando as transferências internacionais são feitas por pessoas não especializadas há o risco do processo ser lento e muitas vezes errôneo: “Isso porque em cada país de destino existem, além de acordos de bitributação, suas particularidades.  É preciso conhecer as legislações e sistemas”, explica Bruna Dayan, Gerente de Negócios Internacionais do Banco Ourinvest.  Ela explica que não há limite mínimo ou máximo para realizar remessas internacionais.

 

Passo a passo

 

Para realizar uma remessa ao exterior, o cliente precisa encontrar uma instituição confiável e fornecer informações pessoais, como documentos, declaração de imposto de renda e endereço.

 

Para que a transação seja efetivada com sucesso é preciso entender o motivo da transferência , inclusive para que os impostos sejam corretamente cobrados, dependendo da natureza da operação. “Por exemplo, apresentar a matrícula do filho em uma faculdade na Europa ou o comprovante de aluguel de uma casa no exterior”, diz Bruna. Além disso, a origem do dinheiro também é checada.

 

Bruna explica para cada natureza de transferência existe uma cotação de IOF diferente. Para pessoas físicas, o IOF é diferente de operações para pessoas jurídicas ou serviços. Quem define essas tarifas é o Banco Central.

 

No Banco Ourinvest, o tempo para a realização de uma transferência internacional é de no máximo um dia útil, desde que os documentos cadastrais e a comprovação de origem de dinheiro estejam corretos. “Isso para a primeira transferência, em que o cadastro é feito pela manhã e à tarde o valor já está na conta do favorecido”, afirma Bruna. Para as transações posteriores, o tempo de remessa só leva em conta o fuso horário dos 96 países em que o banco atua.

 

O número de transferências internacionais do Banco Ourinvest aumentou de forma exponencial nos últimos dois anos. “Além de ajudar com os trâmites das transferências, nós fazemos uma consultoria para o cliente acompanhando qual o melhor momento do câmbio em uma determinada janela de prazo que ele tem para fazer o envia. Por exemplo, se precisa pagar a escola do filho até dia 10 de cada mês e verificamos uma boa taxa no período e já entramos em contato com o cliente”, diz. Além disso, ela destaca os serviços de hedge cambial e ajuda com investimentos no exterior. “Temos soluções completas”, afirma Bruna.

 

O que vem por aí

 

O volume de remessas para o exterior deve crescer nos próximos anos. Isso porque o Banco Central lançou no começo de outubro as bases para que transferências de dólares entre o Brasil e outros países sejam facilitadas.

 

Isso será possível tanto para empresas exportadoras e importadoras de mercadorias quanto para famílias que residem ou investem no exterior, por exemplo. A proposta é que haja redução dos custos de transferências.

 

As mudanças fazem parte de um projeto de lei encaminhado pelo governo de Jair Bolsonaro ao Congresso, que moderniza a legislação cambial no Brasil. O texto também pode abrir caminho para pessoas físicas terem contas em moeda estrangeira no País, mas ainda não tem data para entrar em vigor.

 

 

 

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02102019 Como fazer para ter uma casa de cambio Capa

 

Como fazer para ter uma casa de câmbio? Todos os dias são negociados bilhões em moedas estrangeiras no Brasil.

 

Seja para o turismo, operações entre companhias ou para importar e exportar produtos, a necessidade de compra e venda de moedas é constante. Para ajudar os bancos nessa missão, os correspondentes cambiais têm um papel importante como facilitadores dessas transações.

 

É nesse segmento que aparecem as casas de câmbio . Esses correspondentes cambiais funcionam de forma estratégica para os bancos, pois permitem alcançar mercados que dificilmente eram atingidos, além de dinamizar as operações. Mas você sabe como funciona o processo para abrir uma casa de câmbio?

 

O primeiro passo é ter um ponto físico de atendimento de clientes, não necessariamente uma estrutura exclusiva. Pode ser uma papelaria, um escritório e até um comércio tradicional, desde que haja adaptação para que uma parte do espaço seja blindado, com acesso para carro forte, monitoramento por câmeras e clausura para que sejam feitas as operações.

 

Bruno Foresti, superintendente de câmbio do Banco Ourinvest, explica que o banco começou a desenhar o programa de expansão de correspondentes cambiais em setembro de 2018. Em julho de 2019 todas as questões sistêmicas e regulatórias estavam dentro das normas e em poucos meses já há oito locais em banco em operação. “A meta é chegar a 20 unidades até o fim do ano e encerrar 2020 com algo entre 100 a 150 lojas espalhadas pelo Brasil”, afirma.

 

Para ter uma casa de câmbio, o interessado só precisa se preocupar com investimento na questão da adequação física. “Depois de sinalizar o interesse por Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. vamos realizar uma entrevista com a equipe que atuará na loja, analisar a viabilidade da operação e as questões de compliance”, diz Bruno. Por fim, é feita uma visita ao ponto para comprovar que as necessidades serão atendidas.

 

Fica por conta do banco, que será o responsável pelo correspondente cambial cuidar da regulamentação junto ao Banco Central para atuar no mercado de câmbio. Além disso, o Banco Ourinvest é responsável pela instalação de um sistema próprio e realiza treinamento dos funcionários em aspectos como atendimento, prospecção de clientes, produtos e lavagem de dinheiro. Questões como seguro da loja também são indicadas pelo banco.

 

“Em um cenário onde todas as adequações estão corretas demora cerca de 45 dias para que a operação comece a funcionar”, diz Bruno. Com a loja aberta começam as remessas de dinheiro para a efetiva abertura do ponto. “Além de compra e venda de moeda, os correspondentes também podem oferecer outros serviços do banco, o que aumenta a rentabilidade”, explica Bruno.

 

Há cerca de 30 moedas na prateleira, a maior quantidade disponível no mercado. Desde as clássicas, como dólar e euro, como algumas mais excêntricas, como libra egípcia e lira turca.

 

A casa de câmbio pode fazer operações de maneira autônoma nas operações até 3 mil dólares, que respondem por cerca de 95% da demanda do mercado. “Acima desse valor ele pode indicar para o banco, que entrega e paga uma comissão. Na prática, o correspondente consegue trabalhar com qualquer valor”, afirma Bruno.

 

O modelo de negócio do banco não cobra tarifas fixas do correspondente. O pagamento é feito em cima de um percentual do faturamento. Além disso, o parceiro paga o custo do sistema mensalmente (R$ 100). “Temos os melhores custos de moeda e somos o maior player do mercado. Além disso, a casa de câmbio tem a possibilidade de vender todos os produtos de câmbio do banco. É mais do que só vender e comprar moeda. Ajudamos a maximizar cada metro quadrado da estrutura”, diz Bruno.

 

Na prática

 

Cristiane de Oliveira é correspondente cambial do Banco Ourinvest desde novembro de 2018. Com experiência de 16 anos no mercado financeiro, ela passou por outros parceiros comerciais até fechar o contrato atual. “Percebo o tempo de resposta muito rápido com um sistema padronizado e fácil de trabalhar”, diz.

 

Com quatro unidades de casa de câmbio da Upper Câmbio Turismo no Rio de Janeiro e Minas Gerais (Petrópolis, Volta Redonda, Juiz de Fora, e Barbacena), Cristiane afirma que a maioria dos clientes compra moedas para viajar. “A média das transações fica em torno de 1.500 dólares, mas quando precisamos de operações maiores não há problema nenhum em contatar o banco”, diz. “Esta é uma das vantagens de ter um parceiro de grande porte”, afirma.

 

 

 

       
       

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