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O ano de 2020 está se mostrando especialmente desafiador para as empresas que dependem da taxa de câmbio para fechar negócios. Desde janeiro, em meio ao cenário de juros baixos, o dólar chegou a registrar alta acumulada de mais de 47% e atingiu recorde histórico, chegando perto de R$ 5,90.

O cenário global repleto de notícias por conta do novo coronavírus e o momento interno com incertezas econômicas e políticas ajudam a explicar as mudanças de cotação em curtos períodos. Por isso, proteger as companhias dessas oscilações se mostrou uma estratégia fundamental para muitos empresários e o hedge cambial ganhou destaque entre as operações financeiras.

A ferramenta, criada para proteger as empresas das flutuações do câmbio, oferece a possibilidade de fixar as cotações futuras e ajuda a reduzir o risco cambial de uma forma eficiente e segura, além de diminuir os custos operacionais. Há três tipos de possibilidades na hora de contratar o hedge cambial: trava de câmbio, NDF e opção de câmbio. Hoje, vamos te explicar, na prática, como cada uma delas funciona.

Bruno Foresti, superintendente de Câmbio do Banco Ourinvest, diz que não existe um padrão pronto, nem quantia mínima para buscar o hedge cambial. “Nós ajudamos cada cliente a decidir quanto do montante ele quer proteger e encontramos a melhor opção para cada tipo de negócio. A ideia é que o cliente possa focar na essência de sua operação, em vender seus produtos, e nós cuidamos da taxa cambial”, diz.

Confira a seguir um exemplo genérico, com taxas simuladas, para compreender as diferenças entre os tipos de operação de hedge cambial:

A empresa X programou em 10 de fevereiro de 2020, uma importação de canetas de um fornecedor da China no valor de US$ 100 mil. Essa importação está programada para ocorrer em 10 de agosto de 2020. Nessa data, a companhia X deverá efetuar o pagamento para o fornecedor na China, que por sua vez enviará as canetas para o Brasil.

O cenário no momento do fechamento do negócio é de câmbio a R$ 5,30, mas a volatilidade até a data do pagamento não pode ser calculada por depender de fatores externos. Para garantir que a operação seja segura, a empresa X procura o Banco Ourinvest e tem três opções para fazer o hedge cambial:

 

1- Trava de câmbio, conhecida como trava de importação

Esse produto se assemelha à operação de câmbio padrão, porém ocorre com a sua liquidação em uma data superior à dois dias úteis e inferior à um ano. A empresa X precisa apresentar, no ato da contratação do câmbio, a documentação que ampara o fechamento de câmbio de importação (Proforma Invoice emitida pelo fornecedor chinês).

Para essa operação, o banco oferece uma taxa de R$ 5,50 por dólar, totalizando um custo de R$ 550 mil, a ser pago no dia 10 de agosto de 2020. Para garantir essa operação, o banco compra hoje os dólares no mercado e carrega esses dólares na sua conta até o dia do pagamento, motivo que faz com que a cotação para liquidação em 6 meses seja superior à taxa do câmbio comercial de R$ 5,30. Para essa operação o banco solicita à empresa X uma garantia de R$ 45 mil. No dia do vencimento da operação, não importa se o câmbio estiver R$ 5,30 ou R$ 5,80, a empresa X pagará ao banco R$ 5,50 por dólar.

 

2- Termo de moedas, também conhecido como NDF

Esse produto tem a mesma precificação da operação de trava de câmbio, porém trata-se de um derivativo. O principal diferencial dessa operação é que a empresa X não precisa apresentar documentos de câmbio, uma vez que se trata de uma operação com instrumento derivativo referenciada em uma taxa de câmbio. Além disso, o termo de moedas também pode ser contratado para liquidação em períodos superiores à um ano.

No dia do vencimento da operação, caso o dólar esteja acima de R$ 5,30, o banco pagará para a empresa toda a diferença entre a taxa do vencimento e a taxa da contratação. No cenário oposto, caberá à empresa pagar a diferença ao banco. Nessa solução o banco solicita da empresa o mesmo valor de garantia de R$ 45 mil.

 

3- Opção de câmbio

A empresa X informou que tem receio de uma alta do dólar, mas que ainda fica confortável com um custo por dólar de até R$ 5,60. Acima desse valor, a operação fica inviável. Pensando nisso, o Banco Ourinvest oferece para a empresa uma solução chamada opção de câmbio, por meio da compra de uma call (opção de compra) de dólares para o dia 10 de agosto de 2020. Nessa estrutura, o Ourinvest vende para a empresa um direito de comprar US$ 100 mil dólares no dia do vencimento a R$ 5,50. Para essa operação o banco cobra um valor de R$ 12 mil. No vencimento, caso o dólar esteja superior à R$ 5,50, o banco pagará para a empresa toda a diferença, mas caso o dólar esteja abaixo de R$ 5,50 a empresa poderá simplesmente abrir mão do seu direito de receber o ressarcimento (uma vez que não haverá valor a ser ressarcido) e então comprará os dólares na taxa de mercado.

 

É importante ressaltar que os exemplos desconsideram eventuais custos decorrentes de tributação e impostos, sejam esses por decorrência de ganho de capital ou por contratação de alguma outra modalidade de câmbio, que não seja de importação. Também não foram considerados eventuais custos aduaneiros, de frete ou de seguro.

Todas as taxas e custos apresentados são meramente ilustrativos, servindo apenas como base de cenários para exemplificar cada uma das soluções. Para encontrar a opção que melhor se adapta às suas necessidades e às da sua empresa, entre em contato conosco e solicite uma conversa com um especialista. O Banco Ourinvest tem mais de 40 anos de experiência e pode ser o parceiro ideal para o seu negócio.

       
       

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