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 Dolar em alta 20200124 capa

Dólar em alta: como o hedge cambial pode proteger sua empresa da oscilação cambial


No primeiro dia útil de 2019 - 2 de janeiro, cada dólar era comercializado por R$ 3,85 no Brasil. A expectativa de um novo presidente e de uma política econômica diferenciada ecoavam pelo mercado. No entanto, ao longo dos meses, o cenário foi tomando novos rumos - além do adicional de um mercado internacional nebuloso - e a taxa de câmbio foi um dos índices que mais oscilou no decorrer do ano. No final de dezembro, a moeda chegou a fechar em R$ 4,21, representando um aumento de 9,35%.


Ao menos no curto prazo, a palavra estabilidade não deve fazer parte dos noticiários econômicos. Ainda é difícil saber o que esperar para 2020, mas é claro que em meio a esse cenário, exportadores e importadores lidam com a dificuldade de prever os resultados, e de saber qual a necessidade real do fluxo de caixa. Imagine comprar um produto da China por um valor e ter que pagar 9% a mais na hora da entrega. Ou vender mercadorias para a Europa e ter um valor menor a receber no momento do pagamento.


Por isso, buscar ferramentas que ajudam na hora de proteger os negócios que necessitam diretamente da cotação do dólar é fundamental.


O hedge cambial é um dos caminhos mais seguros para isso. A ferramenta, criada para proteger as empresas das flutuações do câmbio, fixa as cotações futuras e ajuda a reduzir o risco cambial de forma eficiente e segura, além de reduzir os custos operacionais.


Segundo Bruno Foresti, superintendente de câmbio do Banco Ourinvest, na ocasião do fechamento de um negócio, seja ele uma importação de produtos, venda de commodities ou, até mesmo, a compra de uma casa no exterior, é possível solicitar o travamento do câmbio na data escolhida. “A ideia é que o cliente elimine essa variável que é a taxa cambial e se preocupe em comprar e vender seus produtos”, diz.


Não há valores mínimos ou teto máximo para fazer hedge cambial. O mecanismo é realizado por agentes financeiros como o Banco Ourinvest e ajuda a trazer estabilidade para os negócios.


Bruno explica que o custo do hedge depende da taxa do dólar comercial no momento do fechamento do negócio, do valor transacionado e do prazo da operação. O ideal é que a trava de câmbio seja realizada com base em variáveis, como volume de vendas, prazo, custos fixos da operação e lucratividade desejada.


No Banco Ourinvest, com experiência de 40 anos, os consultores estão disponíveis para auxiliar o cliente a encontrar a melhor trava de câmbio, de acordo com as particularidades da sua operação. Dessa forma, o empresário fica tranquilo para se dedicar a novos negócios.

 
       
       

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