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02102019 Como fazer para ter uma casa de cambio Capa

 

Como fazer para ter uma casa de câmbio? Todos os dias são negociados bilhões em moedas estrangeiras no Brasil.

 

Seja para o turismo, operações entre companhias ou para importar e exportar produtos, a necessidade de compra e venda de moedas é constante. Para ajudar os bancos nessa missão, os correspondentes cambiais têm um papel importante como facilitadores dessas transações.

 

É nesse segmento que aparecem as casas de câmbio . Esses correspondentes cambiais funcionam de forma estratégica para os bancos, pois permitem alcançar mercados que dificilmente eram atingidos, além de dinamizar as operações. Mas você sabe como funciona o processo para abrir uma casa de câmbio?

 

O primeiro passo é ter um ponto físico de atendimento de clientes, não necessariamente uma estrutura exclusiva. Pode ser uma papelaria, um escritório e até um comércio tradicional, desde que haja adaptação para que uma parte do espaço seja blindado, com acesso para carro forte, monitoramento por câmeras e clausura para que sejam feitas as operações.

 

Bruno Foresti, superintendente de câmbio do Banco Ourinvest, explica que o banco começou a desenhar o programa de expansão de correspondentes cambiais em setembro de 2018. Em julho de 2019 todas as questões sistêmicas e regulatórias estavam dentro das normas e em poucos meses já há oito locais em banco em operação. “A meta é chegar a 20 unidades até o fim do ano e encerrar 2020 com algo entre 100 a 150 lojas espalhadas pelo Brasil”, afirma.

 

Para ter uma casa de câmbio, o interessado só precisa se preocupar com investimento na questão da adequação física. “Depois de sinalizar o interesse por Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. vamos realizar uma entrevista com a equipe que atuará na loja, analisar a viabilidade da operação e as questões de compliance”, diz Bruno. Por fim, é feita uma visita ao ponto para comprovar que as necessidades serão atendidas.

 

Fica por conta do banco, que será o responsável pelo correspondente cambial cuidar da regulamentação junto ao Banco Central para atuar no mercado de câmbio. Além disso, o Banco Ourinvest é responsável pela instalação de um sistema próprio e realiza treinamento dos funcionários em aspectos como atendimento, prospecção de clientes, produtos e lavagem de dinheiro. Questões como seguro da loja também são indicadas pelo banco.

 

“Em um cenário onde todas as adequações estão corretas demora cerca de 45 dias para que a operação comece a funcionar”, diz Bruno. Com a loja aberta começam as remessas de dinheiro para a efetiva abertura do ponto. “Além de compra e venda de moeda, os correspondentes também podem oferecer outros serviços do banco, o que aumenta a rentabilidade”, explica Bruno.

 

Há cerca de 30 moedas na prateleira, a maior quantidade disponível no mercado. Desde as clássicas, como dólar e euro, como algumas mais excêntricas, como libra egípcia e lira turca.

 

A casa de câmbio pode fazer operações de maneira autônoma nas operações até 3 mil dólares, que respondem por cerca de 95% da demanda do mercado. “Acima desse valor ele pode indicar para o banco, que entrega e paga uma comissão. Na prática, o correspondente consegue trabalhar com qualquer valor”, afirma Bruno.

 

O modelo de negócio do banco não cobra tarifas fixas do correspondente. O pagamento é feito em cima de um percentual do faturamento. Além disso, o parceiro paga o custo do sistema mensalmente (R$ 100). “Temos os melhores custos de moeda e somos o maior player do mercado. Além disso, a casa de câmbio tem a possibilidade de vender todos os produtos de câmbio do banco. É mais do que só vender e comprar moeda. Ajudamos a maximizar cada metro quadrado da estrutura”, diz Bruno.

 

Na prática

 

Cristiane de Oliveira é correspondente cambial do Banco Ourinvest desde novembro de 2018. Com experiência de 16 anos no mercado financeiro, ela passou por outros parceiros comerciais até fechar o contrato atual. “Percebo o tempo de resposta muito rápido com um sistema padronizado e fácil de trabalhar”, diz.

 

Com quatro unidades de casa de câmbio da Upper Câmbio Turismo no Rio de Janeiro e Minas Gerais (Petrópolis, Volta Redonda, Juiz de Fora, e Barbacena), Cristiane afirma que a maioria dos clientes compra moedas para viajar. “A média das transações fica em torno de 1.500 dólares, mas quando precisamos de operações maiores não há problema nenhum em contatar o banco”, diz. “Esta é uma das vantagens de ter um parceiro de grande porte”, afirma.

 

 

 

       
       

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