Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

29/04/2019 | Causa ou Consequência

 

CAUSA: Sabendo que a Comissão Especial foi instalada com a primeira reunião para discussão

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa
ESPECIAL
O Brasil, João e Maria



O ano corrente era para ser o ano da retomada do crescimento econômico, era para ser o ano da mudança. Mas o fato é que o mercado acabou brincando de “João e Maria”, conforme a música do mestre Chico Buarque de Hollanda. Nessa canção, que canto todo dia para fazer meu filho dormir, o autor mostra a confusão de tempo comum entre as crianças que ouvem contos de fadas e as trazem para sua realidade: “Agora eu era herói, e meu cavalo só falava inglês...”. Começamos 2019 dizendo: agora éramos um país diferente, um país que superou o passado corrupto e voltamos a crescer decentemente, através da volta da confiança dos agentes.

Porém, os dados mostram outra coisa. Primeiramente, olhando para o indicador de confiança — o principal termômetro da atividade econômica —, notamos que as ações do novo governo não surtiram tanto efeito. Pelo contrário, a confiança segue na zona de pessimismo.


 

 

 

 

Eu explico isso de duas formas. Pelo lado da confiança do consumidor, realmente acredito que boa parte da população esperava mudança na área de segurança e corrupção. Com as forças do governo quase que 100% voltadas à aprovação da reforma da Previdência, esse grande braço na campanha eleitoral ficou de lado. Não à toa, a aprovação do governo caiu no primeiro trimestre deste ano — o percentual da população que considera o governo ótimo/bom saiu de 49% em janeiro para 35% em abril, aumentando a percepção de regular e ruim/péssimo, segundo dados do Ibope. Pelo lado da confiança dos empresários, os vários tropeços do governo, nos primeiros quatro meses no poder, têm deixado estes menos propensos a já acreditar no país. Esses tropeços podem ser traduzidos em falta de articulação política que incluem desde frases desnecessárias no Twitter, ruídos com os filhos e parlamentares, ao fuzuê entre Jair Bolsonaro e Rodrigo Maia, o presidente da Câmara dos Deputados (item que, na minha opinião, foi a cereja do bolo). Assim, entre ser o rei, o bedel e o juiz, o governo está mais para ser somente o rei, ainda tateando seu novo mandato.

Outro exemplo é o indicador de PIB mensal calculado pelo Banco Central, chamado IBC-BR. Desde o final do ano passado, esse indicador inverteu a trajetória de recuperação. A resposta tem sido uma constante revisão para baixo das expectativas de crescimento econômico para este ano no mercado. O Boletim Focus, divulgado semanalmente pelo BC, mostra que as projeções para PIB de 2019 tem recuado consistentemente desde meados de fevereiro. E em 2 de janeiro, quando achávamos que estávamos com o herói e um cavalo que só fala inglês, o mercado previa 2,53% de PIB para este ano. Agora, a projeção está em 1,71%.

 


Talvez ainda haja tempo de voltarmos ao conto de fadas que nós mesmos criamos, mas por enquanto os dados não têm corroborado para essa fantasia. Quando teremos de fato que encarar a realidade? Não tenho essa resposta. Só acho importante lembrarmos que, dessa vez, não temos ajuda dos gringos. Afinal, as perspectivas de crescimento mundial tampouco são animadoras. “Agora era fatal que o faz de conta terminasse assim... E agora eu era um louco a perguntar, o que é que a vida vai fazer de mim?”




Caros amigos leitores, vocês que acompanham e gostam de nossos textos, convido-os para seguirem nossa página no instagram @bancoourinvest. Lá temos stories diários sobre o mercado. Vem! #economia #câmbio #finanças #brasil
Fernanda Consorte
Estrategista de Câmbio
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Nota da Autora

Talvez existam pessoas que tenham o heroísmo (ou a cara de pau?) de fazer projeções com forte grau de convicção para a taxa de câmbio brasileira. Eu, economista de formação, com mais de 10 anos andando nesse mercado de inconstâncias, prefiro dizer que sou capaz de dar opiniões, quiçá direções para essa variável. Humildade posta, eventualmente tomarei a frente para dar opiniões sobre fatos que podem gerar consequências no mercado, tentando desvendar quem vem primeiro: o ovo ou a galinha.

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa
CAUSA OU CONSEQUÊNCIA? O OVO OU A GALINHA?
Taxa de Câmbio em alta



CAUSA: Já tenho alertado que o mar não está para peixe, e o patamar atual do câmbio mostra isso. Localmente, o governo está patinando no processo de aprovação da reforma da Previdência. Estamos no final de abril e no primeiro pequeno passo – está agendada para hoje a votação na CCJ, após mudanças no texto original. Notem: estamos muito no início do processo, e já vemos o governo cedendo, o que sugere falta de articulação política. De fato, nem o apaziguamento da provável greve dos caminhoneiros por parte do Ministério da Infraestrutura ajudou a confiança do mercado.

Externamente, o dólar está forte por uma série de bons resultados das empresas norte-americanas, fora que voltaram rumores de impeachment do presidente Trump.

CONSEQUÊNCIA: Mais por motivos locais do que internacionais, o dólar está acima de US$/R$ 3,90. Dessa forma, só uma ótima notícia no campo político-econômico fará essa taxa baixar. Passada a votação da reforma na CCJ, o próximo passo será a comissão especial. Se este for rápido, o mercado poderá se animar novamente.


Caros amigos leitores, vocês que acompanham e gostam de nossos textos, convido-os para seguirem nossa página no instagram @bancoourinvest. Lá temos stories diários sobre o mercado. Vem! #economia #câmbio #finanças #brasil
Fernanda Consorte
Estrategista de Câmbio
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Nota da Autora

Talvez existam pessoas que tenham o heroísmo (ou a cara de pau?) de fazer projeções com forte grau de convicção para a taxa de câmbio brasileira. Eu, economista de formação, com mais de 10 anos andando nesse mercado de inconstâncias, prefiro dizer que sou capaz de dar opiniões, quiçá direções para essa variável. Humildade posta, eventualmente tomarei a frente para dar opiniões sobre fatos que podem gerar consequências no mercado, tentando desvendar quem vem primeiro: o ovo ou a galinha.

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa
CAUSA OU CONSEQUÊNCIA? O OVO OU A GALINHA?
Semana curta, foco na CCJ



CAUSA: A semana será curta: feriado à vista. E antes de comer vários ovos de chocolate, temos um grande foco nesta semana: a discussão da reforma da Previdência na CCJ — contudo, podemos encarar como uma mini derrota do governo.

A oposição e parte do partido de coalisão aceitaram inverter a pauta da CJJ nesta semana e votaram na PEC do orçamento impositivo (aquela lá que deflagrou a crise política, umas semanas atrás). Assim, hoje, a CCJ Câmara volta a se reunir para discutir a proposta. Ontem, fecharam acordo para começar hoje as discussões sobre a reforma, prosseguir amanhã e, se preciso, na próxima segunda-feira (22), com votação da admissibilidade na semana que vem. Apesar do acordo, a votação é esperada para ocorrer até amanhã — por favor!!!!!

Houve também o anúncio de medidas ao setor de transporte, após o governo ter deixado de lado o discurso liberal e barrado o aumento de diesel. Segundo o anúncio, o governo vai dar linhas de crédito via BNDES (ou seja, crédito subsidiado) para caminhoneiros, com uma primeira liberação de R$ 500 milhões.


CONSEQUÊNCIA: No meio dessa incerteza, o dólar, que já estava forte no exterior, se estendeu à terra tupiniquim nesta manhã. Quem sabe até o final desta curta semana, a CCJ aprove a reforma e tenhamos um alívio na taxa de câmbio.


Caros amigos leitores, vocês que acompanham e gostam de nossos textos, convido-os para seguirem nossa página no instagram @bancoourinvest. Lá temos stories diários sobre o mercado. Vem! #economia #câmbio #finanças #brasil
Fernanda Consorte
Estrategista de Câmbio
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Nota da Autora

Talvez existam pessoas que tenham o heroísmo (ou a cara de pau?) de fazer projeções com forte grau de convicção para a taxa de câmbio brasileira. Eu, economista de formação, com mais de 10 anos andando nesse mercado de inconstâncias, prefiro dizer que sou capaz de dar opiniões, quiçá direções para essa variável. Humildade posta, eventualmente tomarei a frente para dar opiniões sobre fatos que podem gerar consequências no mercado, tentando desvendar quem vem primeiro: o ovo ou a galinha.

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa
CAUSA OU CONSEQUÊNCIA? O OVO OU A GALINHA?
100 dias



CAUSA: O governo Bolsonaro chega à marca psicológica dos 100 primeiros dias no poder, momento em que qualquer governo sofre avaliações - é o primeiro balanço do governo. E entre vários eventos sobre o tema no mercado financeiro, percebi que de um lado há uma dúvida em relação à condução de articulações no Congresso, mas há um ar devoto ao ministro Paulo Guedes (li até que ele roubou a cena da noiva, ui...), com direito a ovações em seu discurso em Nova York desta semana.

O fato é que, enquanto as atenções seguem para a aprovação da reforma da Previdência, a confiança dos empresários e consumidores segue sem muito ânimo, com resposta na fraca recuperação econômica. MAS, tivemos um passo (de bebê) no processo da reforma: a CCJ deverá votar no projeto apenas visando admissibilidade, ou seja, um singelo “sim” ou “não”, agendado para a próxima semana.

Adicionalmente, a novela do velho continente (Brexit), foi permitida para extensão até 31 de outubro.


CONSEQUÊNCIA: Na esteira de um avanço modesto no processo de reforma da Previdência, discursos emocionados do ministro da Economia e ganho de fôlego no cenário internacional, a taxa de câmbio permanece num patamar “baixo” de US$/R$ 3,83 - 3,84. Se eu tivesse que comprar, compraria, porque a incerteza permanece, e eu acho (do verbo achar e não prever) que virão mais emoções e volatilidade nas próximas semanas.


Caros amigos leitores, vocês que acompanham e gostam de nossos textos, convido-os para seguirem nossa página no instagram @bancoourinvest. Lá temos stories diários sobre o mercado. Vem! #economia #câmbio #finanças #brasil
Fernanda Consorte
Estrategista de Câmbio
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Nota da Autora

Talvez existam pessoas que tenham o heroísmo (ou a cara de pau?) de fazer projeções com forte grau de convicção para a taxa de câmbio brasileira. Eu, economista de formação, com mais de 10 anos andando nesse mercado de inconstâncias, prefiro dizer que sou capaz de dar opiniões, quiçá direções para essa variável. Humildade posta, eventualmente tomarei a frente para dar opiniões sobre fatos que podem gerar consequências no mercado, tentando desvendar quem vem primeiro: o ovo ou a galinha.

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa
CAUSA OU CONSEQUÊNCIA? O OVO OU A GALINHA?
Em compasso de espera...



CAUSA: Não há novidades sobre o andamento da Reforma da Previdência: temos só a declaração do governo de que a reforma sairá rapidamente (temos fé!). O processo está em avaliação na CCJ (a leitura da proposta, agendada para esta tarde), o primeiro passo entre vários.

Adicionalmente, ressalto que o FMI acaba de revisar a expectativa de PIB brasileiro de 2019 para baixo (2,1% ante 2,5%) devido problemas fiscais e frustração com recuperação econômica. Percebam a necessidade da aprovação da Reforma da Previdência! Meu chute: aprovação acontece entre novembro/dezembro, mas acontece.

Enquanto isso, esperamos também evolução mais concreta do acordo entre EUA e China e sobre o tema Brexit — esses dois temas estão mais para uma novela com incontáveis capítulos...


CONSEQUÊNCIA: O mercado está em compasso de espera, e por isso os ativos devem ficar “de lado”, nem muito para cima, nem muito para baixo. Mas podem anotar: teremos mais volatilidade à frente.


Caros amigos leitores, vocês que acompanham e gostam de nossos textos, convido-os para seguirem nossa página no instagram @bancoourinvest. Lá temos stories diários sobre o mercado. Vem! #economia #câmbio #finanças #brasil
Fernanda Consorte
Estrategista de Câmbio
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Nota da Autora

Talvez existam pessoas que tenham o heroísmo (ou a cara de pau?) de fazer projeções com forte grau de convicção para a taxa de câmbio brasileira. Eu, economista de formação, com mais de 10 anos andando nesse mercado de inconstâncias, prefiro dizer que sou capaz de dar opiniões, quiçá direções para essa variável. Humildade posta, eventualmente tomarei a frente para dar opiniões sobre fatos que podem gerar consequências no mercado, tentando desvendar quem vem primeiro: o ovo ou a galinha.

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa
CAUSA OU CONSEQUÊNCIA? O OVO OU A GALINHA?
Palavra-chave: articulação



CAUSA: O ânimo internacional (EUA e China sinalizando acordo, e Brexit com possibilidade de ser adiado para final de junho) segurou – um pouco – a volatilidade desta semana. Mesmo porque o governo brasileiro vive entre erros e esperança de acertos em termos de articulação política (vide performance do Paulo Guedes na CCJ, nesta semana).

A semana encerra com dados de mercado de trabalho nos EUA acima das expectativas, sugerindo dólar forte. Na verdade, o cenário atual funciona assim:

 

  • dados mostrando economia norte-americana em boa forma sugerem possibilidade de o Fed revisitar o cenário de juros = dólar forte.
  • se a economia começa a fraquejar, sugere desaceleração mundial, com protagonismo de China e EUA, e, portanto = dólar forte.


CONSEQUÊNCIA: CTenho dificuldade de ver emergentes com moeda fortalecida neste ano. E para nós, a saída é a Reforma da Previdência mesmo. Então o governo está certo de ir em busca (tentativa???) de melhorar a articulação política, conhecida popularmente como a malemolência brasileira.


Caros amigos leitores, vocês que acompanham e gostam de nossos textos, convido-os para seguirem nossa página no instagram @bancoourinvest. Lá temos stories diários sobre o mercado. Vem! #economia #câmbio #finanças #brasil
Fernanda Consorte
Estrategista de Câmbio
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Nota da Autora

Talvez existam pessoas que tenham o heroísmo (ou a cara de pau?) de fazer projeções com forte grau de convicção para a taxa de câmbio brasileira. Eu, economista de formação, com mais de 10 anos andando nesse mercado de inconstâncias, prefiro dizer que sou capaz de dar opiniões, quiçá direções para essa variável. Humildade posta, eventualmente tomarei a frente para dar opiniões sobre fatos que podem gerar consequências no mercado, tentando desvendar quem vem primeiro: o ovo ou a galinha.

Avaliação do Usuário

Estrela ativaEstrela ativaEstrela ativaEstrela ativaEstrela ativa


Você perguntou, nós respondemos:

Comparação do Real com outras moedas emergentes no 1T19



Nessa montanha-russa que se chama mercado de câmbio, venho lhes contar qual foi o desempenho de nossa moeda no primeiro trimestre do ano. Como já expliquei em outros textos, o real tem uma característica bastante volátil, seja pela liquidez da economia, seja pelo grau de abertura do país. Nesses três primeiros meses do ano, o real teve um componente importante de volatilidade, especialmente depois da calmaria de novembro e dezembro/18, quando estávamos no auge da lua de mel com o novo presidente. Em números, a variação absoluta média (ou seja, tanto para cima, quanto para baixo) do real no 1T19 foi de 17 centavos, enquanto no último bimestre de 2018 foi de 8 centavos.


O que quero dizer é que, após uma queda de quase 6% em janeiro ante dezembro, a taxa de câmbio brasileira subiu 7,5% nos dois meses à frente, refletindo as desavenças entre governo e Congresso – haja coração! Essa folga de janeiro nos deixou, no fechamento do primeiro trimestre do ano, com uma alta de 1,2% da taxa de câmbio.

 

 

 

 

Em relação a outros países emergentes, ficamos entre as 10 maiores altas da taxa de câmbio, ocupando o 9° lugar. Notem que vizinhos como o Chile, Peru, Colômbia, mostraram quedas de suas taxas de câmbio. Assim, embora não estejamos liderando a parada dessa lista, não podemos dizer que o dólar está se valorizando em relação a todos os emergentes. Ou seja, há componentes específicos brasileiros que têm nos deixado nessa posição (Alô, alô, Brasília! Alô, alô, reformas!).

É claro que o mar não está para peixe nos países emergentes, especialmente dada a desaceleração econômica mundial contratada, liderada por EUA e China em função de sua “guerra comercial”; mas nesse primeiro trimestre, as conversas entre ambos os países foram momentaneamente apaziguadas. E, conforme gráfico ao lado, podemos ver que Argentina segue bastante deteriorada, com aumento de 15% na sua taxa de câmbio, seguida pela Turquia com + 5,3%.

 

 

 

 

 

 

 


Diante das condições internacionais (longe de estarem resolvidas), ainda mantenho minha opinião de que este ano não deve ser um bom momento para países emergentes de forma geral. Se o Brasil não avançar em temas estruturais, entraremos rapidamente nesta espiral negativa. “Tudo o que ouvimos é uma opinião, não um fato. Tudo o que vemos é uma perspectiva, não a verdade.”

Fernanda Consorte
Estrategista de Câmbio
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Nota da Autora

Talvez existam pessoas que tenham o heroísmo (ou a cara de pau?) de fazer projeções com forte grau de convicção para a taxa de câmbio brasileira. Eu, economista de formação, com mais de 10 anos andando nesse mercado de inconstâncias, prefiro dizer que sou capaz de dar opiniões, quiçá direções para essa variável. Humildade posta, eventualmente tomarei a frente para dar opiniões sobre fatos que podem gerar consequências no mercado, tentando desvendar quem vem primeiro: o ovo ou a galinha.

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa
CAUSA OU CONSEQUÊNCIA? O OVO OU A GALINHA?
China nos ajuda a respirar



CAUSA: Nesta madrugada, tivemos enfim uma boa notícia: indicador da indústria chinesa mostrou ligeira recuperação, após meses recuando. Parece que umas medidas anunciadas pelo governo há algumas semanas começam a dar resultado. Embora a parte de exportação (que é o que nos interessa) siga pressionado - mas uma coisa de cada vez.

Além disso, depois daquela sessão de toma-lá-dá-cá que vimos semana passada em Brasília, tivemos um final de semana mais ameno. Ufa! Nesta semana a monitorar: votação da PEC-bomba no Senado e o ministro Paulo Guedes na CCJ para explicar a proposta da reforma da Previdência.

CONSEQUÊNCIA: Como em terra de cego, quem tem um olho é rei, esse respiro da economia chinesa, num ambiente de rumores positivos sobre evoluções do acordo comercial entre China e EUA, faz o mercado local respirar e o dólar volta a cair... Eu não ficaria 100% animado, ainda acho que pode sair poeira do noticiário local.


Caros amigos leitores, vocês que acompanham e gostam de nossos textos, convido-os para seguirem nossa página no instagram @bancoourinvest. Lá temos stories diários sobre o mercado. Vem! #economia #câmbio #finanças #brasil
Fernanda Consorte
Estrategista de Câmbio
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Nota da Autora

Talvez existam pessoas que tenham o heroísmo (ou a cara de pau?) de fazer projeções com forte grau de convicção para a taxa de câmbio brasileira. Eu, economista de formação, com mais de 10 anos andando nesse mercado de inconstâncias, prefiro dizer que sou capaz de dar opiniões, quiçá direções para essa variável. Humildade posta, eventualmente tomarei a frente para dar opiniões sobre fatos que podem gerar consequências no mercado, tentando desvendar quem vem primeiro: o ovo ou a galinha.
       
       

Logo Horizontal Dourado

“O Grupo Ourinvest trabalha a Abordagem da Inovação Responsável,
buscando aperfeiçoar a cada dia os conceitos que fizeram com que
o grupo se destacasse nas últimas quatro décadas.”

Banco Ourinvest S.A. - CNPJ nº 78.632.767/0001-20
Edifício Ourinvest | Av. Paulista, nº 1.728
Bela Vista CEP 01310-919 - São Paulo - SP

Telefone: (55 11)
4081-4444
Atendimento ao Deficiente Auditivo:(55 11) 3171-3003
Ouvidoria do Ourinvest:
0800-603-4444 | 0800-775-4000

Assessoria de Imprensa: imprensa@ourinvest.com.br

 

googleplay