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CAUSA OU CONSEQUÊNCIA? O OVO OU A GALINHA?
Azedou: eles contra eles mesmos



CAUSA: Azedou geral. A temida falta de articulação política (eu gosto de chamar de “malemolência brasileira” na política) foi escancarada já nos primeiros 3 meses de governo, e o presidente da Câmara dos Deputados, que tem malemolência de sobra, está ganhando o protagonismo da história.

Para completar, agora o próprio partido do governo (PSL) levanta dúvidas sobre a aprovação da reforma da Previdência. Que dureza, hein? O mercado, portanto, diminuiu drasticamente a possibilidade de reforma da Previdência, e a taxa de câmbio subiu.

CONSEQUÊNCIA: Há saídas? Sim. Temos que tomar cuidado com o efeito manada. Estamos num furacão, e pode ser que ele passe. Não duvide da capacidade de volta rápida de animosidade política, junto com isso a taxa de câmbio. Vamos relembrar a regra de bolso: sem reforma, taxa de câmbio perto de US$/R$ 4,0; com reforma, rumo aos US$/R$ 3,6. Rodrigo Maia insiste que está a favor da reforma da Previdência... será?


Caros amigos leitores, vocês que acompanham e gostam de nossos textos, convido-os para seguirem nossa página no instagram @bancoourinvest. Lá temos stories diários sobre o mercado. Vem! #economia #câmbio #finanças #brasil
Fernanda Consorte
Estrategista de Câmbio
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Nota da Autora

Talvez existam pessoas que tenham o heroísmo (ou a cara de pau?) de fazer projeções com forte grau de convicção para a taxa de câmbio brasileira. Eu, economista de formação, com mais de 10 anos andando nesse mercado de inconstâncias, prefiro dizer que sou capaz de dar opiniões, quiçá direções para essa variável. Humildade posta, eventualmente tomarei a frente para dar opiniões sobre fatos que podem gerar consequências no mercado, tentando desvendar quem vem primeiro: o ovo ou a galinha.

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CAUSA OU CONSEQUÊNCIA? O OVO OU A GALINHA?
Crise (bafão) em Brasília



CAUSA: O fim de semana seguiu quente em Brasília: por um lado, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ameaçou largar o protagonismo na reforma da Previdência e não está disposto a levar sozinho a carga da negociação pela PEC do projeto; por outro lado, Jair Bolsonaro, presidente da República, afirmou não entender o motivo da insatisfação de Maia e que não pretende “ceder às chantagens da velha política”. Treta?

Ontem, houve uma reunião entre Bolsonaro, Paulo Guedes (ministro da Economia) e Onyx (ministro da Casa Civil e, diga-se de passagem, responsável por articular com o Congresso). O resultado parece que colocou Guedes como o articulador político para a aprovação da reforma da Previdência (“tá certo... ”). Aliados defendem que o ministro reserve 3h/dia para receber parlamentares e explique detalhes da proposta.

CONSEQUÊNCIA: De novo, saímos de fundamentos econômicos para o “disse me disse” de Brasília. Não gosto, mas tenho que aceitar que faz parte do jogo; dificilmente seria diferente disso. O dólar chegou a bater US$/R$ 3,93 e agora está ao redor de US$/R$ 3,85 pela possibilidade de um arrefecimento dos desentendimentos entre parlamentares. Regra de bolso: sem reforma, taxa de câmbio perto de US$/R$ 4,0; com reforma, rumo aos US$/R$ 3,6. O que prefere?


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Fernanda Consorte
Estrategista de Câmbio
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Nota da Autora

Talvez existam pessoas que tenham o heroísmo (ou a cara de pau?) de fazer projeções com forte grau de convicção para a taxa de câmbio brasileira. Eu, economista de formação, com mais de 10 anos andando nesse mercado de inconstâncias, prefiro dizer que sou capaz de dar opiniões, quiçá direções para essa variável. Humildade posta, eventualmente tomarei a frente para dar opiniões sobre fatos que podem gerar consequências no mercado, tentando desvendar quem vem primeiro: o ovo ou a galinha.
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ESPECIAL
Esquerda? Direita? Sofro de pragmatismo... ou será centrismo?


Este texto (ou desabafo) trata-se de uma opinião 100% pessoal. Peço, então, de antemão desculpas aos jovens de ideias apaixonadas: eu sofro de pragmatismo. Talvez deva levar isso à terapia, mas como sou paga para dar minha opinião — aposto que há leitores com inveja agora, mas não há razão para isso; há mais reveses do que louros —, acaba que sempre o pragmatismo fala mais alto e não consigo me conter.

Neste ano, minha escolha de férias foi um país riquíssimo em cultura, mas pobre em economia. Aos olhos de turistas ilhados em bons hotéis, sobressaem a beleza histórica e cultural, o gosto dos temperos maravilhosos e a simpatia indescritível dos habitantes, no que concordo e com os quais fiquei maravilhada. Contudo, voltei pensativa sobre que não gostaria de vivenciar em meu país: baixos recursos econômicos e miopia de condições intelectuais em parte da sociedade. Concomitante à minha viagem (destino que recomendo, por sinal), a revista The Economist divulgou um artigo sobre um novo tipo de doutrina esquerdista que está surgindo, mas que está longe de ser uma resposta para os problemas do capitalismo: O socialismo dos millenials (ou em inglês: The resurgente left: Millennial socialismo).

Há quem diga que o capitalismo ocidental deu errado, e o pensamento socialista avança nesse hiato. O próprio artigo diz sabiamente que “enquanto os políticos de direita desistem da batalha das ideias e recuam em direção ao chauvinismo e à nostalgia (ah! O extremismo chato!), a esquerda se concentra na desigualdade, no meio ambiente e em como investir os cidadãos de poder, e não as elites.” (ah! Ingenuidade! ) Quanto a este último, como sempre um discurso lindo, mas deixam de lado o dia a dia de orçamentos, empresas, e, claro, a ganância intrínseca do ser humano — a distribuição de recursos é bem-vinda, desde que não seja o nosso recurso, conquistado de forma honesta e suada, não é mesmo?

Por um lado, parte da esquerda prega que expansões de serviços governamentais podem ser pagas por impostos mais altos sobre os ricos. Quando na realidade, à medida que a população envelhece, é difícil manter os serviços sem aumentar os impostos sobre a classe média — uma questão de matemática mesmo. No caso brasileiro, os contrarreforma da Previdência não percebem que em poucos anos o dinheiro vai acabar, assim como já os poucos recursos públicos existentes para programas socias (dos quais, em boa parte, sou a favor) simplesmente acabarão; e digo mais: os jovens apaixonados não conseguirão se aposentar porque não haverá dinheiro. Aceitem.
E se, em vez da redistribuição, os gastos públicos fossem destinados à educação de base e aumentasse a concorrência? Citando novamente a revista britânica: “Os socialistas millenials, como o socialismo antigo, sofrem de uma fé na incorruptibilidade da ação coletiva e de uma suspeita injustificada do poder individual”.

Por outro lado, essa direta que vem ganhando espaço em países importantes e em uma parte do nosso governo, tampouco brilha aos meus olhos. A depender de cada caso, o nacionalismo e o racismo xenofóbico prevalecem; em outros casos, o fundamentalismo religioso, ou o ódio pela diversidade, assim como a presença policial e militar bruta como única resposta aos problemas sociais e ao crime.
Não, não acho que os professores deveriam lecionar com armas na cintura! E se usássemos esses investimentos e tempo para construção de uma sociedade mais educada, política e socialmente, considerando o respeito como principal pilar? E aqui, vale citar o gênio e meu autor favorito, Mario Vargas Llosa, que diz que “...podemos vir a ter sociedades aparentemente democráticas e livres, que na realidade serão sociedades de zumbis”, num contexto de empobrecimento do debate e do desprestígio da política no mundo.

Dito isso, temos que ser realistas e pragmáticos diante do atual cenário brasileiro. Há ajustes a serem feitos que vão doer para a sociedade. A reforma da Previdência tem que ser feita, o governo anterior criou uma confusão nos gastos públicos maior que os supostos benefícios criados, e, portanto, como as contas públicas são um reflexo de nossa sociedade, será esta sim a pagar por esse ajuste. Isso não é uma visão de direita, apenas uma visão mais coesa.

Contudo, o cenário não precisa de um extremo, seja de direita com seu ar pudico, seja de esquerda com sua ingenuidade. Acredito que o ajuste necessário passa pelo caminho de abertura e diversidade, se molda às necessidades contemporâneas (há os que esquecem que vivemos em um Estado laico no ano de 2019!). Há sim um alinhamento entre proteção social e prudência fiscal, há um respeito pelo mercado, mas ouve-se a voz da sociedade — um reflete no outro. Não cabe falar o que um professor faz em sala de aula, e sim deixá-lo com condições de preparar bem os seus alunos. O ajuste reconhece a necessidade de reduzir as desigualdades, mas de forma eficiente, e isso sugere arrumar as contas, ver o que está errado. Sejamos pragmáticos: salve o centro, o meio-termo, a ponderação!

Fernanda Consorte
Estrategista de Câmbio
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Nota da Autora

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CAUSA OU CONSEQUÊNCIA? O OVO OU A GALINHA?
O outono chegou



CAUSA: Aqui em SP, o tempo virou com a chegada do outono, e o noticiário também. Depois da ótima notícia para emergentes — o comunicado pós-reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) veio ainda mais dovish, sinalizando que não haverá alta de juros este ano, ante duas elevações sinalizadas anteriormente —, o clima político local esfriou.

A aprovação da reforma da Previdência é o ponto focal brasileiro para que os nossos ativos tenham performance positiva neste ano. Porém, os sinais vindos de Brasília desde ontem foram um pouco desanimadores: diversas declarações de Rodrigo Maia, presidente da Câmara, contra o Governo, basicamente sobre o distanciamento do Governo em relação ao processo de formação de base — o revés de termos um governo novo! E agora o anúncio do ex-presidente Temer ...Daí levantam-se dúvidas sobre o passo/ ritmo da aprovação da reforma.

CONSEQUÊNCIA: Já havia mencionado na última nota: não estamos a salvos da volatilidade, e muito menos de uma nova tendência de alta da taxa de câmbio.


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Fernanda Consorte
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CAUSA OU CONSEQUÊNCIA? O OVO OU A GALINHA?
Maré boa



CAUSA: Amanhã se encerra a reunião de política monetária do Fed (Banco Central Americano), e o mercado está esperando um tom ainda mais suave na linguagem do Fed (ou dovish), a fim de justificar a redução das estimativas de juros em 2019, passando de duas altas projetadas de 0,25pp na reunião de dezembro para uma ou talvez nenhuma neste mês. Basicamente, por conta de uma expectativa de desaceleração econômica mundial liderada pelo próprio EUA – a conta ia chegar.

Além disso, esperamos o resultado do encontro entre Jair Bolsonaro e Trump, nos EUA – haverá uma entrevista coletiva conjunta às 14h45. Embora eu acredite que o encontro não trará grandes novidades no âmbito macroeconômico, é sempre bom manter uma relação com o maior país do mundo.

CONSEQUÊNCIA: O dólar segue em tendência de baixa. Contudo, ainda alerto ao “vai e vem” do processo de aprovação da reforma da Previdência. Haverá volatilidade. Sugiro aproveitarem a boa maré desses dias


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Fernanda Consorte
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Você perguntou, nós respondemos:

Quais são nossos principais parceiros comerciais?


Em 2018, a balança comercial foi superavitária em US$ 58 bilhões. Contudo, o Brasil ainda é caracterizado como um país relativamente fechado, com transação de bens e serviços somando a apenas 13% do PIB. Esse patamar é relativamente constante nos últimos anos, sendo liderado pelos dois grandes eixos mundiais (EUA e China), seguidos de países vizinhos. Contudo, em 2018, graças às mudanças de dinâmicas conjunturais, a composição de parceria comercial tem mostrado alguma alteração.


1º LUGAR INVICTO, CHINA: 2018 se encerrou mostrando a China como o grande e principal parceiro comercial brasileiro – possivelmente de quase todos os países emergentes também; afinal, são quase 1,4 bilhão de pessoas consumindo (1/5 da população do planeta!). Sendo os maiores consumidores de nossa soja, minério de ferro e óleos de petróleo, ocupam o 1º lugar no ranking das exportações em 2018. Por outro lado, nós, tupiniquins, também adoramos um produto chinês. Desde plataformas de perfuração ou explorações a produtos manufaturados diversos, em 2018, a China ocupou o primeiro lugar também no ranking de importações. E já aviso que janeiro de 2019 começou nessa mesma dinâmica.

PONTO DE ATENÇÃO: O dinheiro chinês, assim como suas mercadorias, são bem-vindas, porém, a dependência desse país nos deixa numa saia justa em um cenário de desaceleração – o atual, no caso.


2º LUGAR, EUA: Potência é potência, lembrando do texto publicado em 17/12/2018 (“Por que a referência mundial (inclusive para o câmbio) são os EUA?” https://www.ourinvest.com.br/analises/interativo/por-que-a-referencia-mundial-inclusive-para-o-cambio-sao-os-eua). Os EUA compram com afinco produtos semimanufaturados de ferro ou aço, óleos de petróleo e até aviões. E, com isso, ganham como o segundo maior destino de produtos brasileiros. O mesmo lugar é garantido quando olhamos as importações brasileiras, refletindo em boa parte o que compramos de combustível. As mesmas características foram mantidas no primeiro mês de 2019.

PONTO DE ATENÇÃO: Além de temer a desaceleração econômica dos EUA (tal como da China), devemos manter ouvidos atentos à relação comercial Brasil-EUA. Verdade que o Brasil ocupa a 13º posição entre os parceiros comerciais dos EUA, e, portanto, não devemos ser alvo da atual “mais crítica” política comercial americana. Contudo, qualquer medida nesse sentido pode nos penalizar de forma considerável, pela representatividade dos EUA na NOSSA balança comercial.


3º LUGAR OSCILANTE, ARGENTINA: A Argentina sempre foi um importante parceiro comercial, contudo, a conjuntura econômica mais difícil tem feito com que o país perca lugares no ranking comercial. Por exemplo, em 2018, a Argentina ocupou o 3º lugar no ranking de exportações e importações no Brasil – a indústria automotiva de ambos os países depende muito dessa relação, e o Brasil adora o trigo produzido pelos “Hermanos”. Contudo, toda a crise econômica deixou o país vizinho numa recessão forte (estima-se queda de 2,6% do PIB em 2018 e de -1,6 em 2019, de acordo com o FMI), diminuindo a transação comercial. De fato, em janeiro/19, a Argentina já caiu para o 5º lugar no ranking de exportações brasileiras e para o 4º no de importações, perdendo para o Panamá e Alemanha, respectivamente.

PONTO DE ATENÇÃO: 4º e 5º lugar ainda são representativos. A contínua recessão econômica pode afetar a balança comercial brasileira, e tenho dúvidas se os dois países citados (Panamá e Alemanha) teriam o mesmo ímpeto (e facilidade) de comercializar com o Brasil, para compensar um enfraquecimento da Argentina.


Pensando na regra número 1 de investimentos sobre diversificação ou na boa e velha linguagem popular de “não colocar todos os ovos na mesma cesta”, eu diria que o Brasil poderia abrir mais seu comércio internacional e aumentar a representatividade de outros países em sua pauta. O mundo é grande, vejam o mapa-múndi abaixo:

Fernanda Consorte
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