CAUSA OU CONSEQUÊNCIA? O OVO OU A GALINHA?
O outono chegou



CAUSA: Aqui em SP, o tempo virou com a chegada do outono, e o noticiário também. Depois da ótima notícia para emergentes — o comunicado pós-reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) veio ainda mais dovish, sinalizando que não haverá alta de juros este ano, ante duas elevações sinalizadas anteriormente —, o clima político local esfriou.

A aprovação da reforma da Previdência é o ponto focal brasileiro para que os nossos ativos tenham performance positiva neste ano. Porém, os sinais vindos de Brasília desde ontem foram um pouco desanimadores: diversas declarações de Rodrigo Maia, presidente da Câmara, contra o Governo, basicamente sobre o distanciamento do Governo em relação ao processo de formação de base — o revés de termos um governo novo! E agora o anúncio do ex-presidente Temer ...Daí levantam-se dúvidas sobre o passo/ ritmo da aprovação da reforma.

CONSEQUÊNCIA: Já havia mencionado na última nota: não estamos a salvos da volatilidade, e muito menos de uma nova tendência de alta da taxa de câmbio.


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Fernanda Consorte
Estrategista de Câmbio
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Nota da Autora

Talvez existam pessoas que tenham o heroísmo (ou a cara de pau?) de fazer projeções com forte grau de convicção para a taxa de câmbio brasileira. Eu, economista de formação, com mais de 10 anos andando nesse mercado de inconstâncias, prefiro dizer que sou capaz de dar opiniões, quiçá direções para essa variável. Humildade posta, eventualmente tomarei a frente para dar opiniões sobre fatos que podem gerar consequências no mercado, tentando desvendar quem vem primeiro: o ovo ou a galinha.

CAUSA OU CONSEQUÊNCIA? O OVO OU A GALINHA?
Maré boa



CAUSA: Amanhã se encerra a reunião de política monetária do Fed (Banco Central Americano), e o mercado está esperando um tom ainda mais suave na linguagem do Fed (ou dovish), a fim de justificar a redução das estimativas de juros em 2019, passando de duas altas projetadas de 0,25pp na reunião de dezembro para uma ou talvez nenhuma neste mês. Basicamente, por conta de uma expectativa de desaceleração econômica mundial liderada pelo próprio EUA – a conta ia chegar.

Além disso, esperamos o resultado do encontro entre Jair Bolsonaro e Trump, nos EUA – haverá uma entrevista coletiva conjunta às 14h45. Embora eu acredite que o encontro não trará grandes novidades no âmbito macroeconômico, é sempre bom manter uma relação com o maior país do mundo.

CONSEQUÊNCIA: O dólar segue em tendência de baixa. Contudo, ainda alerto ao “vai e vem” do processo de aprovação da reforma da Previdência. Haverá volatilidade. Sugiro aproveitarem a boa maré desses dias


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Fernanda Consorte
Estrategista de Câmbio
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Nota da Autora

Talvez existam pessoas que tenham o heroísmo (ou a cara de pau?) de fazer projeções com forte grau de convicção para a taxa de câmbio brasileira. Eu, economista de formação, com mais de 10 anos andando nesse mercado de inconstâncias, prefiro dizer que sou capaz de dar opiniões, quiçá direções para essa variável. Humildade posta, eventualmente tomarei a frente para dar opiniões sobre fatos que podem gerar consequências no mercado, tentando desvendar quem vem primeiro: o ovo ou a galinha.

CAUSA OU CONSEQUÊNCIA? O OVO OU A GALINHA?
Dois temas, uma aposta



CAUSA: Os mercados encerram a semana com a esperança de mais um passo na direção de um acordo comercial entre EUA e China. Hoje o Presidente americano, Donald Trump, irá se encontrar com o vice-primeiro-ministro da China, responsável pelo comércio exterior no país.

Eu sei... estamos todos cansados dessa história, mas infelizmente, essa novela deve continuar. Temos que ficar atentos que a data limite para esse acordo é 1º de Março (vulgo sexta que vem), quando vence a trégua entre os dois países e as tarifas comerciais voltam a incidir. Há quem diga que essa data deve ser postergada se até lá nenhum acordo for alcançado.

Do lado sul do continente americano, o presidente do senado, David Alcolumbre, se diz esperançoso que a reforma da previdência chegue ao Senado em Abril. Se isso acontecer, meus amigos, – acho bem difícil – preparem-se para a enxurrada de bom humor local.

CONSEQUÊNCIA: Essa expectativa externa e rumores locais deram um alívio no mercado hoje, e assim será sempre que esses dois temas mostrarem sinais de solução. Quanto antes houver reforma da previdência com o menor ajuste possível, mais baixo o patamar da taxa de câmbio. Façam suas apostas.


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Estrategista de Câmbio
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Nota da Autora

Talvez existam pessoas que tenham o heroísmo (ou a cara de pau?) de fazer projeções com forte grau de convicção para a taxa de câmbio brasileira. Eu, economista de formação, com mais de 10 anos andando nesse mercado de inconstâncias, prefiro dizer que sou capaz de dar opiniões, quiçá direções para essa variável. Humildade posta, eventualmente tomarei a frente para dar opiniões sobre fatos que podem gerar consequências no mercado, tentando desvendar quem vem primeiro: o ovo ou a galinha.

CAUSA OU CONSEQUÊNCIA? O OVO OU A GALINHA?
Que nem pastel: tem para todos os gostos



CAUSA: Fevereiro se encerra com bastante volatilidade – parte do jogo. No mercado internacional, tivemos Trump prorrogando trégua comercial com a China e sugerindo avanço na conversa para a novela de um acordo comercial (positivo!!); por outro lado, o fim abrupto da reunião de cúpula entre Estados Unidos e Coreia do Norte, no Vietnã, coloca os mercados internacionais na defensiva. E para terminar, o PIB do 4T18 americano veio acima do esperado – bom para eles, ruim para os emergentes; quem lembra do flight-to-quality?

Localmente, destaco a fala do vice-presidente da República, Hamilton Mourão, afirmando que "tudo é negociável" nas discussões sobre o novo regime previdenciário dos militares. Ressaltou, contudo, que a categoria é mal remunerada se comparada a outras carreiras de Estado e já sofreu com uma medida provisória de 2001. Isso sugere viés do governo para a categoria, nada bom.
Os dados econômicos que foram divulgados também não ajudam no humor: o PIB do 4T18 veio no piso das projeções dos economistas e a confiança dos empresários caiu este mês. Sempre digo que PIB é olhar para trás, mas a recuperação econômica ainda está lenta e a confiança aumentará tanto quanto avançarmos na Reforma da Previdência.

CONSEQUÊNCIA: O resultado é volatilidade nesta semana pré-carnaval. Tem notícia para todo gosto, igual pastel de feira. Conforme a relação EUA-China avançar, assim como os trâmites da Reforma da Previdência, mais baixa a taxa de câmbio. Mas nesse caminho, teremos muita volatilidade, e muitos sabores de pastel.


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CAUSA OU CONSEQUÊNCIA? O OVO OU A GALINHA?
Boas notícias – reforma detalhada



CAUSA: O Governo anunciou nesta manhã os detalhes da proposta da Reforma da Previdência enviada ao Congresso. O discurso e o material divulgado atacam o problema de desigualdade (com queda da alíquota de INSS para os que ganham salários baixos), dos privilégios (como limitar o valor pago na concessão do benefício de pensão por morte (50% por família + 10% por dependente), e da acumulação de benefícios de cônjuges e companheiros a 100% do benefício de maior valor + % da soma dos demais).

Conforme já adiantado, o impacto da Proposta será de R$ 1,072 trilhão em dez anos. Considerando também o efeito de R$ 92,3 bilhões via mudanças na aposentadoria dos militares (a ser entregue em 30 dias), o impacto da reforma chegará a R$ 1,164 trilhão em dez anos (cerca de 16% do PIB estimado de 2018 e de 8% do estimado para 2028). Hoje, a dívida bruta do setor público soma 76,7% do PIB.

CONSEQUÊNCIA: O mercado gostou das informações, apresentadas com clareza, diga-se de passagem. Assim demos mais um passo nesse tema que será constante neste ano. Repetindo: Reforma da Previdência significa fluxo de investimentos para o Brasil e, portanto, taxa de câmbio baixa. Mas lembrem-se de que vai demorar e haverá volatilidade... fora o teste de capacidade política do novo governo.


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