CAUSA OU CONSEQUÊNCIA? O OVO OU A GALINHA?
Nomes!!!! Queremos nomes!!!



CAUSA: Mencionei na última semana que o mercado já exigia ações do governo de Bolsonaro, e seguimos assim nesta semana. O mercado está sedento por saber quem serão as figuras-chave desse governo, para assim poder traçar cenários possíveis dentro da tendência ideológica de cada escolhido, bem como a percepção de seu poder de persuasão no legislativo. Fácil, não?

Enquanto isso, os fundamentos externos exaltam fragilidades sobre os emergentes em uma semana com eleições nos EUA, decisão do Fed sobre taxa de juros e revisão para baixo do crescimento econômico da Zona do Euro pelo FMI. Fora isso, não houve nenhum avanço nos últimos dias em relação às condições políticas entre EUA e China ou EUA e Oriente Médio... Ou seja, muito “xabu” por aí...

CONSEQUÊNCIA: Nessa ansiedade do mercado por nomes do novo governo, num ambiente internacional pouco favorável, fica difícil a taxa de câmbio sair do patamar de US$ 3,70/ 3,75. Mesmo que o tom de hoje seja mais positivo, a volatilidade deve ficar alta nos próximos dias.
Fernanda Consorte
Estrategista de Câmbio
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Nota da Autora

Talvez existam pessoas que tenham o heroísmo (ou a cara de pau?) de fazer projeções com forte grau de convicção para a taxa de câmbio brasileira. Eu, economista de formação, com mais de 10 anos andando nesse mercado de inconstâncias, prefiro dizer que sou capaz de dar opiniões, quiçá direções para essa variável. Humildade posta, eventualmente tomarei a frente para dar opiniões sobre fatos que podem gerar consequências no mercado, tentando desvendar quem vem primeiro: o ovo ou a galinha.


CAUSA OU CONSEQUÊNCIA? O OVO OU A GALINHA?
There is no free lunch





CAUSA: Há uma expressão antiga no mercado financeiro que diz “não há almoço grátis”. E passado o benefício da dúvida dado ao presidente eleito durante a campanha eleitoral, o mercado começa a cobrar ações, que no momento são as nomeações dos cargos da equipe do novo governo.

Nesse sentido, hoje o mercado reage positivamente pela real possibilidade do juiz Sergio Moro aceitar o convite ao ministério da Justiça, dentro da lógica da agenda anticorrupção do plano de governo de Bolsonaro. (Até agora sabemos que Paulo Guedes será o Ministro da Economia, Onyx Lorenzoni será Ministro da Casa Civil, o general Augusto Heleno ficará à frente do Ministério da Defesa, e o astronauta Marcos Pontes será o ministro da Ciência e Tecnologia).

Além disso, o mercado internacional ajuda com o otimismo sobre a evolução das negociações do Brexit (saída do Reino Unido da União Europeia), elevando a busca por ativos de maior risco (ou seja, nós, os emergentes!), e o PMI da China subiu um pouco, para patamares acima de 50 pontos.


CONSEQUÊNCIA: Quanto mais bons nomes o governo anunciar para cargos importantes, mais chances o real tem de se fortalecer — este era o risco positivo que mencionei na última nota. Vamos acompanhando...

 


Fernanda Consorte
Estrategista de Câmbio
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Nota da Autora

Talvez existam pessoas que tenham o heroísmo (ou a cara de pau?) de fazer projeções com forte grau de convicção para a taxa de câmbio brasileira. Eu, economista de formação, com mais de 10 anos andando nesse mercado de inconstâncias, prefiro dizer que sou capaz de dar opiniões,
quiçá direções para essa variável. Humildade posta, eventualmente tomarei a frente para dar opiniões sobre fatos que podem gerar consequências no mercado, tentando desvendar quem vem primeiro: o ovo ou a galinha.

 




CAUSA OU CONSEQUÊNCIA? O OVO OU A GALINHA?
Monotonia, já vai indo?

 



CAUSA:
Eu sei que está monótono, também estou achando. Mas está acabando. Os mercados já haviam dado por certa a vitória do presidenciável Jair Bolsonaro desde o primeiro turno, e agora, faltando 3 pregões para a decisão, nada de muito importante aconteceu para mudar essa impressão. E é isso que está falando mais alto, gritando (!) e garantindo um bom humor e uma certa constância nos ativos brasileiros (oi? isso existe?).
Mas olhem, lá fora há vários acontecimentos que podem afetar direta e indiretamente os preços dos ativos brasileiros, passado esse momento unifocal de eleições — destaco: a questão orçamentária na Itália; o Reino Unido titubeando em relação ao Brexit; a velha e importante guerra comercial entre EUA e China; Arábia Saudita sendo questionada por desaparecimento de jornalista...

 

CONSEQUÊNCIA:
Em poucas palavras: tudo o mais constante, até sexta-feira o dólar seguirá nesse patamar de US$ 3,65 – 3,7, com possiblidade de “momentinho euforia” pós-eleições, no caso de confirmação do cenário de Bolsonaro eleito. Mas logo após os itens mencionados acima, assim como questões locais — composição de governo e reformas necessárias — entrarem na pauta, poderão pressionar a taxa de câmbio.

 


Fernanda Consorte
Estrategista de Câmbio
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Nota da Autora

Talvez existam pessoas que tenham o heroísmo (ou a cara de pau?) de fazer projeções com forte grau de convicção para a taxa de câmbio brasileira. Eu, economista de formação, com mais de 10 anos andando nesse mercado de inconstâncias, prefiro dizer que sou capaz de dar opiniões,
quiçá direções para essa variável. Humildade posta, eventualmente tomarei a frente para dar opiniões sobre fatos que podem gerar consequências no mercado, tentando desvendar quem vem primeiro: o ovo ou a galinha.

 


CAUSA OU CONSEQUÊNCIA? O OVO OU A GALINHA?
Democracia

 



CAUSA: As pesquisas foram certeiras, e Jair Bolsonaro foi eleito o presidente do Brasil com 55,13% dos votos válidos. Seu discurso foi positivo, regado a compromisso com a democracia: “Liberdade de ir e vir, de empreender, liberdade política e religiosa, de informar e ter opinião, de fazer escolhas”. Nós, do Banco Ourinvest, torcemos para que nosso próximo presidente tenha sucesso em conduzir nosso Brasil para patamares de destaque.

 

CONSEQUÊNCIA: Como havíamos antecipado, o mercado gostou e o câmbio abriu este pregão em queda. Acredito que essa euforia não deve ter vida longa, porque os fundamentos — sobretudo os vindos do cenário internacional (guerra comercial, política monetária nos EUA, Argentina) — devem prevalecer. Onde posso estar errada? Se um “time dos sonhos” for anunciado pelo próximo presidente para ocupar cargos importantes já nas próximas semanas, a taxa de câmbio poderá responder positivamente.  

Fernanda Consorte
Estrategista de Câmbio
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Nota da Autora

Talvez existam pessoas que tenham o heroísmo (ou a cara de pau?) de fazer projeções com forte grau de convicção para a taxa de câmbio brasileira. Eu, economista de formação, com mais de 10 anos andando nesse mercado de inconstâncias, prefiro dizer que sou capaz de dar opiniões,
quiçá direções para essa variável. Humildade posta, eventualmente tomarei a frente para dar opiniões sobre fatos que podem gerar consequências no mercado, tentando desvendar quem vem primeiro: o ovo ou a galinha.



CAUSA OU CONSEQUÊNCIA? O OVO OU A GALINHA?
De volta aos fundamentos?

 




CAUSA: O mercado aposta na (tem certeza da) vitória do candidato Jair Bolsonaro. Esse acontecimento já está refletido nos preços atuais, seja da taxa de câmbio como na Bolsa. Por isso, sai pesquisa e nada acontece, ninguém mais dá bola. Assim, daqui para frente outros fundamentos — friso a palavra fundamentos — vagorosamente começam a entrar na pauta: cenário externo e ações político-econômicas (até que enfim!!!!).
Cenário externo: Hoje tem a ata da última reunião do FED, e deve ser importante para balizar a política monetária nos EUA, especialmente quando o Sr. Trump tem falado abertamente que é contra o aumento dos juros, mesmo o FED sendo independente.
Ações político-econômicas: mercado começa a prestar atenção nas possibilidades de efetivação das promessas de Bolsonaro — em especial, reforma da previdência. Antecipo que a designação de cargos será outro tema, mas falaremos disso mais à frente...

 

CONSEQUÊNCIA: Diante do cenário externo (atritos EUA-China, desempenho chinês, Argentina e outros quiproquós), eu arriscaria dizer que o patamar de US$/R$ 3,65 - 3,70 é o piso, poderemos ver alguma euforiazinha no dia 29/out (pós-resultado eleitoral, se a perspectiva do mercado se confirmar), mas não acho que teremos taxa de câmbio abaixo desse patamar tão cedo. Daí para frente, o mesmo mercado que quer Bolsonaro como presidente, começará a cobrar ações, reformas... Vamos aguardar...  


Fernanda Consorte
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